Não
sei a que livros roubei
as
âncoras e os abraços, que barco eu desenhei
no
orvalho do meu rosto e o que agarrei aos mastros.
Não
sei que pilhagens fiz e onde ajustei o perigo,
em
que margens atraquei, que palavras contornei,
que
carga trouxe comigo.
Não
sei se foram os ventos ou as correntes primeiro,
nem
sei se o barco que fiz me deu cadastro sequer
de
pirata ou marinheiro.
Imagem retirada da Internet






