
Cai de imprevisto num qualquer planeta,
Vindo talvez de um asteroide, ou não.
Entra vagarosamente em cada homem
Como quem desce uma caverna imensa.
Colide em rochas maciças de terror,
Desaparece numa sombra suspensa.
Um muro opaco, um silêncio absoluto,
Uma quase inaudível esperança.
Amove a bílis, mergulha novamente.
Uma brecha de luz, um oceano.
Em cada víscera, galerias de corais.
Grande viagem! Sem dúvida, a maior!
Aquela gruta, aquele corpo humano.
Emerge além na derme de arenitos.
Um corpo exíguo, uma alma cheia.
Uma aventura! A maior aventura!
Ser o deserto, dormir num grão de areia.
Né Fonte
Imagem da internet
Primoroso!
ResponderEliminarUm beijo, Né...
Bela Páscoa!
E cada vez mais se intensifica a tua enorme veia poética
ResponderEliminarBelo, Né.
Aquele abraço querida amiga
Intenso, próprio de quem está inspirado. Meu beijo.
ResponderEliminarUma excelente alegoria.
ResponderEliminarEncantado com as tuas palavras, gostei muito, como sempre.
Um beijo, querida amiga.
Querida Né!
ResponderEliminarHá muito tempo lhe devo uma visita para agradecer seu seguimento ao meu modesto blog e, também, retribuir a gentileza. Sempre que puder passarei por aqui.
Abraços Forte!
Milton!
Belíssimo poema!
ResponderEliminarBjs
Aqui, embrenhado de palavras com vida, sinto-me sempre bem.
ResponderEliminarBeijo :)
Querida amiga
ResponderEliminarDepois de muito silencio, eu vim me fazer presente, trazendo a certeza que me recordo de você com carinho e amizade.
Sinto muita saudade de não vir aqui mais vezes, mas fiquei presa no caminho, tentando resolver algumas coisas pendentes.
Pedras aparecem pelo caminho, e delas precisamos fazer renascer lindas flores, para que nossa vida se torne um lindo jardim.
Abraço amigo.
Maria Alice