
Uma noite sem portas, sem janelas,
Erguida de silêncio e pouco mais;
Entre as fendas das coisas pequenas
E as fragas viscosas do cais.
O gemido sufocante de um rio,
Uma lua desgrenhada no leito,
A leveza de um corpo esguio
Sobre o sopro de um dia desfeito.
E ao cimo das nuvens, estrelas,
Nem sempre tocáveis do chão.
Uns já nasceram sem braços,
Outro não estendem a mão.
Maria da Fonte
Imagem retirada da Internet
Lindo querida amiga. Feliz Ano Novo e beijos com carinho
ResponderEliminarQUERIDA MARIA
ResponderEliminarHOJE COM UM POUQUINHO DE TEMPO PASSEI A VER ALGUNS AMIGOS!!!
É LINDO O SEU POEMA!!!
DESEJOS DE UM ANO NOVO FELIZ!!!
1 BEIJO LÍDIA
Poema magnífico, Maria! Adorei.
ResponderEliminarPasso a deixar um desejo. Que o novo ano lhe seja leve.
Feliz ano novo!
Um beijo e um forte abraço
Sónia
O desespero dos dias, arredados de dignidade...
ResponderEliminarO poema é muito bom!
Beijo :)
Poema excelente.
ResponderEliminarComo há muito me habituei a ler no teu blogue.
Minha amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.