Se fecho os olhos,
Vejo as cores de Abril,
Serpenteando
As chamas da esperança
E aquele ousado
Orgulho em mim emerge,
Tal euforia
Nos passos de uma dança.
Se ouço o silêncio,
Tudo é melodia,
E a voz do povo
Soa-me cadente,
Acorda em mim
A fé daquele dia,
Embalo o sonho
Ao som de tanta gente.
Mas
Se desperto,
Tudo é utopia
E aquela Grândola
Soa-me distante.
A voz do povo,
Que a dormir ouvia,
Esvai-se em choro
Dolente, constante.
OLÁ AMIGA!!! É VERDADE MESMO, JÁ VAI TUDO TÃO LONGE... OS SONHOS PASSARAM, COM OS ANOS VOARAM, DE RESTO...ALGUNS DISCURSOS JÁ CHEIRAM A RANSO, DIANTE DAS SENAS DOS ÚLTIMOS ATOS!!! 1 BEIJINHO LÍDIA
Belíssimo! O vosso Abril é bastante lembrado e elogiado pelas terras daqui como um dos mais belos da civilização. Um abraço e seguindo, Yayá.
ResponderEliminarO mesmo grito, agora mais como um lamento, numa poesia com uma musicalidade fantástica!
ResponderEliminarBelissima, MM
Terno abraço, querida amiga!
Percebo bem o teu desalento.
ResponderEliminarQue também é o meu.
E de muita gente mais.
Em qualquer caso, o teu poema é excelente.
Na forma e no conteúdo.
Maria da Fonte, querida amiga, tem um bom resto de semana.
Beijo.
Sinto nos ventos cheiro de cravos a emanar pelo Atlântico
ResponderEliminarTambém sinto que não passem tão bem nessa península-irmã
Que novos ventos soprem algo de bom nesse 25 de Abril, abraços!
Abril e seus tons amarelos, me encantam!
ResponderEliminarMe trazem saudades,
Que seja a saudade a lhe ocupar o coração... Apenas ela,
Bjkas
Belíssima poesia de abril. Um abraço, Yayá.
ResponderEliminarOLÁ AMIGA!!!
ResponderEliminarÉ VERDADE MESMO, JÁ VAI TUDO TÃO LONGE... OS SONHOS PASSARAM, COM OS ANOS VOARAM, DE RESTO...ALGUNS DISCURSOS JÁ CHEIRAM A RANSO, DIANTE DAS SENAS DOS ÚLTIMOS ATOS!!!
1 BEIJINHO LÍDIA
Olá amiga, revejo-me neste belíssimo poema em que evoca Abril que sonhámos e vivemos e que não podemos deixar esmorecer.
ResponderEliminarAilime