domingo, 28 de dezembro de 2014

A um amigo especial

Eu queria dar-te um poema
sem fronteiras,
pôr-te palavras nas horas
de insossego.
E na distância, AMIGO,
uma estrela
que te guiasse,
que te tirasse
o medo.

Um poema tão leve
como as aves
que povoam o olhar
da minha mente.
Onde os traços
das linhas, mais suaves,
dessem à folha,
talvez, forma
de gente.

Por entre a neve,
eu erguia, afinal,
um sol quente,
em risco leve e fino.
Nas entrelinhas, de novo,
era Natal.
Em cada linha,
eu punha
um Deus Menino.

Maria da Fonte


3 comentários:

  1. Nossa! lindo isso. Muito lindo.
    Um beijo grande

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  2. Um poema com asas
    desta maneira
    não conhece qualquer fronteira

    O voo é tudo

    Natal?,
    Não sei se fazes parte
    da minha árvore

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