domingo, 18 de setembro de 2011

Julgamento

A Vós, Grandes Amigos Virtuais,
Inclino a minha simples poesia.
Aquela em que o verso me assedia,
Me expõe ao julgamento dos demais.

Não esperem o canto de uma diva,
Nem a nobre destreza de Pessoa.
Vou navegando neste mar à toa,
Levo o sonho e os versos à deriva.

Este mar onde escrevo é companheiro,
Carregou-me o barco de ilusões
E brindou-me com fé de marinheiro

Burilava nas ondas as lições,
Arroladas no seu cancioneiro
E tiradas dos cantos de Camões.

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